It's a loud cry for help. Damn it's loud! From the top of your lungs, every muscle, every fiber cries. But no one listens. Because it's silent, it's from within and it stays within.
You feel the pressure. It burst and it's like it throws you back against the wall. Again, every inch of your world feels the impact. Each cell. And you just sort of wish your body could burst for real. Become a star, or perhaps just energy.
Loneliness is a dark place where senses are heightened. You hear better, you feel better. Everything works better. It's not just an adrenaline rush. It's the cold truth, it's your eyes being unveiled and for once, a real look at life.
We are alone. We are born alone and we're bound to die the same way. Thorought life we wander and distract ourselves with people and objects. Relationships, jobs, hobbies. But nothing will ever erase the fact that we are essentially alone.
Perhaps facing the inevitability of loneliness is the first step to be OK with it. Loneliness is not necessarily bad. With better, optimized instincts, we are able to gather the strength to survive the very feeling.
God says there's a plan. There'd better be.
Mono Topic
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 30 de julho de 2012
BlogoTerapia
Já que hoje eu resolvi cancelar a terapia pra ficar em casa, então o blog vai servir um dos seus propósitos. Ouvir silenciosamente o que eu tenho para falar - no caso, escrever.
A vida não para. Tem sido muito agitada. Muito trabalho, muitos planos. Neve no fim de semana, pessoas para conhecer, almoços, jantares, encontros. Mas hoje deu vontade de ficar só. "Curtir" saudade. Curtir entre aspas porque ninguém realmente curte uma saudade.
Hoje é aniversário da minha tia. Eu esqueci. Pensei que era amanhã. Eu sempre me confundo. E sempre sei que vou me confundir. Será que um dia vou aprender?
E hoje a saudade bateu. Depois de dias intensamente compartilhados, é importante ter tempo só. Sentir o que o coração diz. Não negar.
Neste momento eu não posso negar a tristeza. A tristeza provocada pela saudade, pela vontade de neste momento estar na Pitigliano, lá em Goiânia, com a família. Com meu tio falastrão que me irrita, meus primos esquisitos, minha mãe fazendo cara de "nhe" porque não pode comer a pizza e meu pai conversando coisas da faculdade ou de notícias. Minha tia, a aniversariante em questão, sempre tenta agradar a todos. Nasceu com o dom de ser anfitriã. Isso ela e meu pai têm em comum. E eu vim com o mesmo gene... (usando de licença poética para dizer que isso é genético). Eu gosto de receber as pessoas, ter assunto com todos, sorrir, fazer com que os convidados se sintam bem-vindos. Festejar, celebrar, sentir que estou viva. Comer, desfrutar do prazer que os sentidos me dão. E hoje eu só queria isso. Estar em família. Aguentar todo mundo com uma ponta da impaciência e pouca preocupação. Chegar na "minha casa" sem me preocupar com o dia que vence o aluguel. Me jogar no sofá e ver qualquer bobeira enquanto mentalmente critico meus pais por irem dormir tão cedo. E depois finalmente ir deitar ouvindo os grilos do setor Jaó.
Hoje não quero ser a Eu atual. A ocupada, a "madrina", a responsável, a doida que faz esporte radicais ou mesmo a anfitriã. Hoje eu quero usar minha opção de backup. Voltar para o cenário que um dia eu abandonei. Voltar para "debaixo da asa", ali onde eu me sinto segura de tudo e responsável por pouco.
E em cada lágrima cai um pouco desse sentimento... Essa saudade que eu sei que nunca vai me deixar. Essa doença chamada "entre-lugares" que nunca vai deixar de me acompanhar. E é por isso que eu aceito o sentimento, as lágrimas. Não luto contra. Que venham... mesmo contra minha vontade. Porque hoje nada mais me diverte. Hoje não é dia de me divertir... é dia de sentir solidão, estar só. Eu, meus monstros, minha saudade...
Se eu tiver sorte e se Deus quiser... amanhã o sol nasce de novo.
A vida não para. Tem sido muito agitada. Muito trabalho, muitos planos. Neve no fim de semana, pessoas para conhecer, almoços, jantares, encontros. Mas hoje deu vontade de ficar só. "Curtir" saudade. Curtir entre aspas porque ninguém realmente curte uma saudade.
Hoje é aniversário da minha tia. Eu esqueci. Pensei que era amanhã. Eu sempre me confundo. E sempre sei que vou me confundir. Será que um dia vou aprender?
E hoje a saudade bateu. Depois de dias intensamente compartilhados, é importante ter tempo só. Sentir o que o coração diz. Não negar.
Neste momento eu não posso negar a tristeza. A tristeza provocada pela saudade, pela vontade de neste momento estar na Pitigliano, lá em Goiânia, com a família. Com meu tio falastrão que me irrita, meus primos esquisitos, minha mãe fazendo cara de "nhe" porque não pode comer a pizza e meu pai conversando coisas da faculdade ou de notícias. Minha tia, a aniversariante em questão, sempre tenta agradar a todos. Nasceu com o dom de ser anfitriã. Isso ela e meu pai têm em comum. E eu vim com o mesmo gene... (usando de licença poética para dizer que isso é genético). Eu gosto de receber as pessoas, ter assunto com todos, sorrir, fazer com que os convidados se sintam bem-vindos. Festejar, celebrar, sentir que estou viva. Comer, desfrutar do prazer que os sentidos me dão. E hoje eu só queria isso. Estar em família. Aguentar todo mundo com uma ponta da impaciência e pouca preocupação. Chegar na "minha casa" sem me preocupar com o dia que vence o aluguel. Me jogar no sofá e ver qualquer bobeira enquanto mentalmente critico meus pais por irem dormir tão cedo. E depois finalmente ir deitar ouvindo os grilos do setor Jaó.
Hoje não quero ser a Eu atual. A ocupada, a "madrina", a responsável, a doida que faz esporte radicais ou mesmo a anfitriã. Hoje eu quero usar minha opção de backup. Voltar para o cenário que um dia eu abandonei. Voltar para "debaixo da asa", ali onde eu me sinto segura de tudo e responsável por pouco.
E em cada lágrima cai um pouco desse sentimento... Essa saudade que eu sei que nunca vai me deixar. Essa doença chamada "entre-lugares" que nunca vai deixar de me acompanhar. E é por isso que eu aceito o sentimento, as lágrimas. Não luto contra. Que venham... mesmo contra minha vontade. Porque hoje nada mais me diverte. Hoje não é dia de me divertir... é dia de sentir solidão, estar só. Eu, meus monstros, minha saudade...
Se eu tiver sorte e se Deus quiser... amanhã o sol nasce de novo.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Here we go again
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